Desafio na criação

Há muitas maneiras de estimularmos a criatividade. No começo do 3° bimestre nossos alunos do curso normal (formação de professores) se viram diante da tarefa de desenvolver uma ilustração a partir de figuras geométricas. Um desafio gráfico!
Cada um recebeu o seu polígono irregular na cor preta e uma folha ofício. Poderiam colar a figura onde quisessem e da maneira que quisessem sobre a folha. Apenas uma imposição: que o trabalho fosse monocromático. Assim relembrariam o conceito de monocromia abordado no bimestre anterior.
Vamos ver o que aconteceu?


Turma 2002 CN

Misturando estilos através da releitura

No 2° bimestre as alunas do 4° ano CN realizaram a prática da releitura em sala de aula.
Nossas alunas perceberam que fazer uma releitura não é simplesmente fazer uma cópia da obra de arte e sim dar uma nova interpretação a mesma, sob um novo olhar, mas, é claro, se baseando em elementos que fazem parte da obra original.
Como proposta de releitura elas tiveram que "ler novamente" a obra "Morro da Favela" de Tarsila do Amaral", trazendo a realidade retratada no quadro para os dias de hoje, porém, ao colorir, elas teriam que utilizar o estilo do pintor e escultor Romero Bitto.
Vamos conferir um pouquinho do resultado?


Quadro de Tarsila do Amaral Quadro de Romero Bitto










Quer saber um pouco mais sobre os artistas que inspiraram este trabalho?
Dê um clique em:

Transformando conceitos em objetos tridimensionais

No 2° bimestre os alunos do 2° ano CN tiveram um desafio:

- a criação de um objeto tridimensional que representasse o conceito: "Cores primárias formam cores secundárias.

Vamos ver o resultado?


Internet para prêmio Nobel da Paz de 2010


Mais uma vez gostaria de mostrar um exemplo do poder da internet, que é muito mais do que o caminho de como muitos a utilizam.

Campanha mundial pretende candidatar a rede ao Prêmio Nobel da Paz de 2010. Participe você também!

Internautas de todos os países já podem assinar um documento que defende a indicação da rede mundial de computadores ao Prêmio Nobel da Paz de 2010.

Quanto mais pessoas acessarem, maiores as chances de conseguirmos que a web seja reconhecida pela sua capacidade de conectar pessoas, gerar novas ideias e difundir a democracia, e não como um instrumento de preconceito e crime.

Abaixo, você lê na íntegra o manifesto assinado pelos embaixadores desse ambicioso projeto. São eles: o estilista Giorgio Armani, a ativista iraniana e Nobel da Paz em 2003 Shirin Ebadi, o cientista italiano Umberto Veronesi e os diretores da revista Wired na Itália, na Inglaterra e nos Estados Unidos. No Brasil, Galileu é a primeira revista do País a divulgar a causa. E, além de você, também queremos estimular que outras publicações do Brasil também adotem e espalhem a ideia dessa campanha.

Manifesto

“Finalmente compreendemos que a Internet não é uma rede de computadores, mas um infinito entrelace de pessoas. Homens e mulheres, de todas as latitudes, conectados entre si por meio da maior plataforma de relações que a humanidade já conheceu.A cultura digital criou os fundamentos para uma nova civilização. E essa civilização está construindo a dialética, o confronto e a solidariedade por meio da comunicação.

Porque, desde sempre, a democracia germina onde há hospitalidade, escuta, troca e compartilhamento. E, desde sempre, o encontro com o “outro” é o antídoto mais eficaz contra o ódio e o conflito. É por isso que a Internet é um instrumento de paz. É por isso que cada um de nós, dentro da rede, pode ser uma semente de não-violência. É por isso que a Rede merece o próximo Prêmio Nobel para a paz. “Que será um Nobel dado também a cada um de nós”

Giorgio Armani, Shirin Ebadi, Umberto Veronesi e Wired team

EU TAMBÉM APOPIO ESTA CAUSA

Para assinar o manifesto e torcer pela Internet clique em www.internetforpeace.org. Aqui você também encontrará uma outra maneira de participar deste movimento. Crie o seu vídeo seguindo as regras propostas no site e contribua com a campanha.

Assista ao vídeo clicando no link e faça parte deste movimento!http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI121675-17801,00-GALILEU+APOIA+CAMPANHA+INTERNET+PELA+PAZ.html

Dia do índio

Um provérbio indígena questiona se somente quando for cortada a última árvore, pescado o último peixe, poluído o último rio, é que as pessoas vão perceber que não podem comer dinheiro.

Escolhi para representar tudo que está data significa, a música de Jorge Ben Jor e Tim Maia.
Sem mais palavras:

Curumim Chama Cunhantã Que Eu Vou Contar (Todo Dia Era Dia De Índio)

Jês, Kariris, Karajás, Tukanos, Caraíbas,
Makus, Nambikwaras, Tupis, Bororós,
Guaranis, Kaiowa, Ñandeva, YemiKruia
Yanomá, Waurá, Kamayurá, Iawalapiti, Suyá,
Txikão, Txu-Karramãe, Xokren, Xikrin, Krahô,
Ramkokamenkrá, Suyá
Hey! Hey! Hey!
Hey! Hey! Hey!
Curumim chama cunhatã que eu vou contar
Cunhatã chama curumim que eu vou contar
Curumim, cunhatã
Cunhatã, curumim
Antes que os homens aqui pisassem
Nas ricas e férteis terraes brazilis
Que eram povoadas e amadas por milhões de índios
Reais donos felizes
Da terra do pau-brasil
Pois todo dia, toda hora, era dia de índio
Pois todo dia, toda hora, era dia de índio
Mas agora eles só têm um dia
O dia dezenove de abril
Mas agora eles só têm um dia
O dia dezenove de abril
Amantes da pureza e da natureza
Eles são de verdade incapazes
De maltratarem as fêmeas
Ou de poluir o rio, o céu e o mar
Protegendo o equilíbrio ecológico
Da terra, fauna e flora
Pois na sua história, o índio
É o exemplo mais puro
Mais perfeito, mais belo
Junto da harmonia da fraternidade
E da alegria,
Da alegria de viver
Da alegria de amar
Mas, no entanto agora
O seu canto de guerra
É um choro de uma raça inocente
Que já foi muito contente
Pois antigamente
Todo dia, toda hora, era dia de índio
Todo dia, toda hora, era dia de índio
Hey! Hey! Hey!
Jês, Kariris, Karajás, Tukanos, Caraíbas,
Makus, Nambikwaras, Tupis, Bororós,

Netiqueta

Regras de etiqueta para a Internet: netiqueta

O conceito de netiqueta pode ser compreendido, tomando o sentido da palavra ao pédaletra: a etiqueta no uso da rede (net). Assim como em atividade de grupo, na Internet, cada um deve sempre usar o bom senso ao entrar em contato com outras pessoas, de maneira a evitar ofensas, agressões ou desentendimentos.
Algumas regras de bom comportamento na Internet foram estabelecidas e as pessoas devem comportar-se de forma apropriada nas ferramentas de comunicação. Veja a lista abaixo:
Nunca se esqueça de que há pessoas do outro lado da linha.
Seja cuidadoso com o que fala para e sobre os outros.
Seja claro, breve e objetivo.
Use um formato adequado.
Enderece corretamente sua mensagem.
Respeite direitos autorais (copyright).
Não divulgue propaganda pela rede.
Respeite a privacidade dos outros.
Fale, não GRITE! ESCREVER USANDO SOMENTE LETRAS MAIÚSCULAS FAZ
IMAGINAR QUE O AUTOR ESTÁ FALANDO EM VOZ ALTA OU GRITANDO.
Sorria :-); pisque ;-); chore &-(. Mas só com os amigos! Com seu chefe, nem pensar!
Os emoticons (ou smileys) representam nosso estado de ânimo.
Participe quando tiver algo a dizer.
Responda as mensagens recebidas.
Não envie mensagens repetidas.
Pense nas conseqüências sociais causadas pelo que você escreve.
Se o conteúdo de sua mensagem for estritamente pessoal e particular, use o correio
eletrônico para comunicar-se diretamente com seu interlocutor.
Quando mencionar outra mensagem, faça um breve resumo para reavivar a mensagem
original na memória do leitor; pode copiar pequenos trechos, mas não a mensagem toda.
Em listas de discussão, leia toda a discussão antes de enviar mensagem, pois alguém já pode ter dito o que você quer dizer.
Enderece corretamente sua mensagem.
Se houver outros destinatários no campo Cc: inclua-os na sua mensagem também.

Milho de pipoca

Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre.
Assim acontece com a gente.
As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo.
Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira.
São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa.
Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.

Mas, de repente, vem o fogo.
O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor.

Pode ser fogo de fora:
perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre.

Pode ser fogo de dentro:
pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos.

Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo!
Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer.
Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si.
Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela.
A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz.
Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece:

BUMMMMMM!

E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado.
Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar.
São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar.
Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem.
A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura.

No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras a vida inteira.
Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva.
Não vão dar alegria para ninguém.


Rubem Alves